quinta-feira, 24 de maio de 2012

Mais de 21 mil chamadas falsas recebidas pelo 112 em 2011

Segundo dados do INEM, por dia são destacadas 21 ambulâncias para situações de emergência que se provam falsas.
 
 Mais de 21 mil chamadas falsas foram feitas para a linha de emergência médica 112 no ano de 2011, uma média de 59 por dia, revelou o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
Ainda de acordo com estes dados, corresponde o envio de 21 ambulâncias dos bombeiros, INEM e Cruz Vermelha para situações de emergência que se provam como falsas.
Em comunicado, o INEM classifica estes números como «preocupantes» e considera que demonstram falta de civismo e prejudicam quem efetivamente precisa de assistência rápida.
«Revela falta de sentido de cidadania que as pessoas têm e falta de respeito para com o cidadão, porque sabem que, no limite, podem estar a interferir com o socorro ao seu próprio paí ou mãe», lembrou Teresa Pinto, há 25 anos no INEM.
Esta médica renovou o apelo para que o 112 seja apenas utilizado apenas em casos de emergência e sublinhou que é preciso investir na pedagogia para evitar estas siktuações.
«Não são só as crianças que brincam com o 112, há também adultos que o fazem. Estou até a pensar se não será melhor começar pelas crianças que depois vão educar os pais ou os irmãos mais velhos a não brincarem com o 112», explicou.
 
Fonte: TSF

Bombeiros voluntários têm de provar situações irregulares em ambulâncias, diz Liga


O presidente da Liga de Bombeiros Portugueses pede esclarecimentos aos bombeiros voluntários, que denunciaram a existência de jovens sem qualificações estão a tripular ambulâncias.
 
O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses entende que os bombeiros voluntários têm de provar a existência de situações em que jovens sem qualificações estão a tripular ambulâncias.
Em declarações à TSF, Jaime Soares entende que este tipo de afirmações são «graves» e por isso pede esclarecimentos por parte da Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários, que fez estas denúncias.
«Não acredito que haja essas situações. Mas quem fez essa afirmação deve, no mínimo, ser responsabilizado para as provar com provas concretas e muito rapidamente», acrescentou.
Mesmo perante a falta de recursos humanos, Jaime Soares disse não acreditar que algum comandante autorize um bombeiro que não tenha credenciação a fazer tarefas que não pode fazer.
 
Fonte: TSF

Proteção civil participa em simulacro de sismo entre França e Espanha

Uma equipa portuguesa da Autoridade Nacional de Proteção Civil vai participar, entre quinta-feira e sábado, no simulacro de um sismo na fronteira franco-espanhola.

A equipa, que partiu terça-feira, é composta por 12 elementos e quatro veículos da Força Especial de Bombeiros - "Canarinhos" e da estrutura operacional da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).
Segundo fonte da ANPC, "o exercício 'EU RICHTER' simula uma situação de sismo na zona de fronteira entre Espanha e França, provocando um elevado número de vítimas e avultados danos materiais".
Vão participar neste simulacro equipas provenientes de Portugal, Espanha, França e Itália, com valências em avaliação e reconhecimento, busca e salvamento, emergência médica, deteção e descontaminação Nuclear, Radiológico, Biológico e Químico.
O Exercício Europeu de Proteção Civil, "EU RICHTER", financiado pela Comissão Europeia, realiza-se no âmbito do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, na região de Bielsa, província de Huesca, em Espanha.
 
Fonte: Jn

Colisão frontal faz um morto e um ferido grave

 
Um funcionário da EDP, de 54 anos, morreu na sequência de um acidente de viação ocorrido, ao princípio da tarde, próximo da localidade de Eixes, na variante da estrada nacional 213 que liga Mirandela a Valpaços.
 
Colisão frontal faz um morto e um ferido grave
 






















A vìtima mortal seguia numa viatura comercial da empresa, no sentido Mirandela/Valpaços, e foi embater frontalmente com um pesado de mercadorias, causando ferimentos com gravidade ao seu condutor.
No acidente esteve ainda envolvida uma terceira viatura de transporte de animais, que seguia atrás do pesado de mercadorias, vindo a embater na traseira deste, sem consequências para os dois ocupantes.
Sono ou distração da vítima mortal são as explicações avançadas, pelo condutor de uma das viaturas envolvidasm, como possíveis causas deste acidente, dado que aconteceu numa descida e em plena reta.
A circulação do trânsito está interrompida nos dois sentidos para se proceder aos trabalhos de limpeza e remoção das viaturas envolvidas.
 
Fonte/foto: Fernando Pires/JN

sábado, 19 de maio de 2012

Transporte de doentes: Bombeiros admitem abandonar serviço


Lisboa, 19 mai (Lusa) -- A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) admitiu hoje que muitas das corporações podem abandonar o transporte não urgente de doentes, e responsabilizou o Ministério da Saúde pelo "iminente colapso" das associações de bombeiros.

"Esteve em cima da mesa, e foi levantado por alguns dos presidentes de federações, que nós devíamos abandonar totalmente o transporte de doentes não urgentes", disse à agência Lusa o presidente da LBP, Jaime Marta Soares.

A LBP realizou hoje, em Fátima, uma reunião com os presidentes das federações distritais dos bombeiros, para analisarem o novo regime de transporte não urgente de doentes, que deixou de ser exclusivo para as ambulâncias.

Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Fonte: JN

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Gratificações pagas a bombeiros passam a ser sujeitas a impostos

O presidente da Associação Nacional dos Bombeiros Voluntários concorda que os bombeiros não devem estar isentos de impostos, mas pede a atualização dos valores das gratificações.
As gratificações pagas pelo trabalho prestado pelos bombeiros vão passar a ser sujeitas a IRS por causa das alterações feitas à forma como a Proteção Civil paga aos bombeiros envolvidos no combate às chamas.
Em declarações à TSF, o presidente da Associação Nacional de Bombeiros Voluntários explicou que «corre a ideia» de que a «Autoridade Nacional de Proteção Civil pagaria diretamente ao bombeiro não envolvendo a associação». Rui Silva adiantou ainda que os «bombeiros não devem estar isentos de fazer os descontos que qualquer cidadão faz, mas apelou à atualização do valor pago ao bombeiro, que agora é de 1,7 euros por hora. «Atualizem o valor pago ao bombeiro pelo valor que se paga, em média, a um trabalhador neste país. Não queiramos pagar 1,7 euros aos bombeiros.
Atualizem os valores e os bombeiros não terão problemas em contribuir como contribui qualquer cidadão», explicou. Este representante dos bombeiros voluntários explicou que poderá agora estar em causa o reforço para os grandes incêndios. «Está em causa é a Autoridade querer mão de obra barata para depois poder distribuí-los consoante o incêndio.
Isto é que é preciso ficar de uma vez por todas definido», concluiu. Um despacho do Ministério das Finanças garante que os subsídios pagos aos bombeiros a título de compensação pelo tempo perdido não estão sujeitos a IRS.

Fonte: RR

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Bombeiros dizem que crise não põe em causa combate aos fogos





O presidente da Associação de Bombeiros Profissionais defendeu, esta terça-feira, que o combate aos incêndios florestais não será afetado pelas dificuldades financeiras das associações.
Apesar de admitir que algumas corporações de bombeiros vivem com muitas dificuldades financeiras e algumas já não têm crédito nas gasolineiras, Fernando Curto garante que esse problema não vai afetar o combate aos fogos, já que estas verbas estão orçamentadas e são asseguradas pela Autoridade Nacional de Proteção Civil.
"São duas questões separadíssimas: as questões financeiras no que diz respeito a serviços [como o transporte de doentes] e as que dizem respeito aos dispositivos dos incêndios", afirmou Fernando Curto, em declarações à agência Lusa.
"As verbas para os incêndios florestais estão devidamente orçamentadas no dispositivo. Para isso, a estrutura mantém-se", garantiu, adiantando que "a mobilização de viaturas no âmbito dos incêndios tem comparticipação".
De acordo com o presidente da Associação de Bombeiros Profissionais, serão os serviços prestados ao Estado que sairão prejudicados pelos problemas financeiros. "Os apoios e as verbas que as associações recebem - ou deviam receber - são comparticipações do Estado pelos serviços que fazem, como a condução de doentes. Essa comparticipação ou reduziu ou desapareceu e, aí sim, há um problema de sustentabilidade das associações", disse.
Um problema que resultou não só da diminuição das comparticipações do Estado, mas também da redução de verbas atribuídas pelas câmaras municipais, referiu Fernando Curto, admitindo que algumas associações de bombeiros "já estão na rotura".
Esta terça-feira tem início a fase "Bravo", a segunda mais crítica no combate a incêndios e que se prolonga até 30 de junho.
 Fonte:Jn
Foto: bvtorrededonachama.blogspot.pt