domingo, 17 de outubro de 2010

Tractor mata em Carrazeda de Ansiães

Mais uma morte na sequência de um acidente envolvendo um tractor agrícola. Aconteceu ontem, cerca das 13.00 horas, em Selores, Carrazeda de Ansiães.
A vítima é António José Reis, um emigrante na Alemanha já aposentado que passava a maior parte do ano na sua terra natal, onde cultivava pequenas propriedades.
O afilhado da vítima, Francisco Pinto, explica que o padrinho foi tirar umas silvas de um terreno, numa zona conhecida por moitas, e foi lá que se deu o acidente mortal que deixa pena na aldeia.
“Ele ía amarfanhar ali umas silvas com a caixa do tractor, mas eu já não vi nada” refere.
A vizinha Edite Correia também lamenta a morte de António José Reis e conta que quando soube foi logo tratar de amparar a viúva, que sofre de problemas cardíacos.
“Fui socorrê-la porque era a minha obrigação, ela já estava encostada à parede a gritar e eu sei que ela é doente e trouxe-a para aqui” refere.
A viúva foi acompanhada durante a tarde de ontem por uma assistente social, apoio disponibilizado pela Câmara Municipal.
Confirmado o óbito, os Bombeiros Voluntários de Carrazeda de Ansiães transportaram o corpo para a unidade hospitalar de Mirandela, onde será autopsiado na segunda-feira.


Fonte: Rádio Brigantia

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Condutor morre após despiste contra árvore

Doença súbita é hipótese mais provável

O condutor de um veículo ligeiro de passageiros, morreu ontem à tarde, depois do seu automóvel se ter despistado contra uma árvore. O acidente ocorreu por volta das 14.50 horas, ao quilómetro 1600 da EN115, no Alto das Gaeiras, concelho de Óbidos.
A vítima, Francisco Almeida, de 66 anos, residia em Alguder, aldeia do concelho de Cadaval, e seguia no sentido de Caldas da Rainha. Segundo apurou o JN, Francisco tinha já antecedentes médicos, nomeadamente já tinha sofrido acidentes vasculares celebrais (AVC).
Fonte ligada à investigação, acredita que a vítima poder-se-á ter sentido mal quando conduzia, uma vez que o veículo - Opel Corsa de cinco lugares - embateu com violência numa árvore. "À velocidade que seguia foi à velocidade que bateu" admitiu a fonte, adiantando que "na estrada não eram visíveis sinais de travagem".
Francisco ainda foi retirado do local com vida. Durante o trajecto até ao Hospital de Caldas da Rainha foi sujeito a manobras de reanimação, contudo acabou por dar entrada já cadáver, por volta das 15.30 horas.
No local estiveram os elementos do Núcleo de Investigação de Acidentes de Viação do Destacamento de Trânsito da GNR de Torres Vedras, que estão a investigar o sucedido.
No socorro à vítima participaram os elementos do INEM de Caldas da Rainha e sete bombeiros com duas viaturas da corporação de Óbidos.
O trânsito na EN115 esteve condicionado durante as operações de resgate da vítima e remoção do veículo.

Fonte:JN

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Bombeiros Municipais de Viseu revoltados com perda do INEM

Trinta e dois anos depois, o INEM deixou de vez o quartel dos Bombeiros Municipais de Viseu perante a "frustração e revolta" da sua tripulação. O serviço transitou para o Regimento de Infantaria 14, onde já funciona desde o dia 4, ainda sem protocolo assinado.
As duas ambulâncias do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) estacionadas no quartel dos Municipais estiveram operacionais até à meia noite de segunda-feira. Ontem, uma equipa daquele serviço, vinda expressamente de Coimbra, procedeu ao levantamento dos veículos.
"Estamos frustrados e revoltados. A experiência acumulada, o conhecimento do terreno e a forma positiva como articulamos com os restantes serviços, justificavam que o INEM continuasse nesta casa", desabafou um dos 14 Tripulantes de Ambulâncias de Socorro (TAS) dos Municipais.
Outro bombeiro, também com formação TAS, juntou-se ao companheiro nas queixas. "Ao contrário do que muita gente pensa, não recebíamos um tostão a mais no nosso salário por tripular as ambulâncias do INEM. Mas o facto de prestarmos um bom serviço à comunidade, dava prestígio à nossa corporação".
Os BMV pertencem à Câmara Municipal de Viseu. Há alguns meses, perante a queixa de falta de efectivos na corporação, o presidente da autarquia, Fernando Ruas, anunciou que iria denunciar o protocolo com o INEM. A saída do serviço está consumada.
Jorge Antunes, comandante dos BMV, vê o lado positivo do processo. "Vamos continuar com cinco piquetes com oito homens cada. Mas na época de fogos, teremos mais operacionais disponíveis".
Nos últimos meses, foi apontada a hipótese de o INEM mudar para os Bombeiros Voluntários ou delegação da Cruz Vermelha. Não foi isso que aconteceu. O JN confirmou, ontem, que o serviço já está a funcionar desde o dia 4, a título precário, no Regimento de Infantaria (RI)14, mesmo sem protocolo ainda assinado.
"Há um protocolo mestre, estabelecido em 2008 entre o Exército e o INEM, que dá cobertura a esta instalação. Apesar disso, já preparamos a minuta para que o processo fique regularizado", avançou o tenente-coronel Pedro Esgalhado, 2º comandante do RI14. O militar diz que não haverá interferência entre serviços. E admite que a presença do INEM no quartel seja mais uma forma de o RI14 interagir com a sociedade civil.
O novo presidente do INEM, Miguel Oliveira, aceita as razões da CMV para recusar o serviço, embora as lamente, e confirma a transferência de duas ambulâncias para o RI14 "no sentido de salvaguardar a assistência de emergência médica pré-hospitalar à população". Uma ambulância funcionará 24 horas e a outra apenas durante o dia, ambas durante os sete dias da semana.


Fonte:JN

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Vinhais: Ministro Elogia AHBV

Por ocasião da celebração do seu 75.º aniversário, e reconhecendo o exemplar percurso da sua existência ao serviço da comunidade e da protecção e socorro de populações, com uma actuação sempre caracterizada pelo heroísmo, pela abnegação e pela solidariedade com o próximo, concedo à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vinhais, nos termos do disposto na alínea b) do n.º 1 do artigo 2.º, nos n.os 1 e 2 do artigo 3.º e no n.º 2 do artigo 4.º, todos do regulamento de concessão da medalha de mérito de protecção esocorro anexo à Portaria n.º 980-A/2006 (2.ª série), de 14 de Junho, a medalha de mérito de protecção e socorro, no grau prata e distintivo azul.

Helicóptero do INEM já pode aterrar no Douro



O helicóptero do INEM já pode começar a aterrar no heliporto de Massarelos (Porto) a partir de hoje, terça-feira. Ontem, realizaram-se testes na plataforma do Douro com o héli de emergência médica e uma ambulância. Os procedimentos foram comunicados ao CODU.
Dois dias depois do JN noticiar que os helicópteros do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) não estavam a aterrar no heliporto do Douro por questões burocráticas, a nova direcção do INEM, liderada por Miguel Soares de Oliveira, resolveu a questão.
"O helicóptero pode começar a aterrar na plataforma da Douro Azul a partir de amanhã [hoje]", afirmou, ao JN, o presidente do INEM.
Ontem, a direcção regional do Norte do instituto realizou os testes necessários à utilização da plataforma pelo héli de emergência médica e pelas ambulâncias.
Recorde-se que a infra-estrutura, propriedade da empresa que promove circuitos turísticos de helicóptero, foi adaptada para receber o héli do INEM com doentes urgentes com destino ao Hospital de Santo António. A obra ficou pronta em Maio, mas faltava um último aval para a estrutura começar a servir o seu novo propósito.
A adaptação do heliporto, paga pelo Centro Hospitalar do Porto, consistiu na construção de uma rampa para acesso das macas à cota da estrada, onde uma ambulância espera o doente para transportá-lo ao Hospital de Santo António, que fica a poucos minutos, pela Rua da Restauração.
Os testes foram positivos e ainda ontem, adiantou ao JN Miguel Soares de Oliveira, foi comunicada ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) a disponibilidade da nova plataforma, bem como os procedimentos a adoptar no caso de necessidade de accionamento do héli.
"Esta plataforma faz todo o sentido porque está muito próxima do Santo António", realçou Miguel Soares de Oliveira, acrescentando que a ARSN (Administração Regional de Saúde do Norte) "está a par e subscreve a solução encontrada". O presidente do INEM elogiou ainda a atitude pró-activa do Centro Hospitalar do Porto na colaboração com o instituto e na procura de uma solução para um heliporto.
Miguel Soares de Oliveira, que entrou em funções quinta-feira passada, esclareceu também que não foi por falta de documentos que a plataforma esteve desde Maio sem receber hélis do INEM.
Com base em informações recolhidas junto do Centro Hospitalar do Porto, o JN noticiou no sábado passado que havia licenças do Instituto Nacional da Aviação Civil (INAC) e da Administração dos Porto do Douro e Leixões (APDL) que ainda não tinham chegado às mãos da direcção do INEM, o que estava a impedir a utilização da estrutura.

Fonte: JN

Reboque de Desencarceramento dos B.V. Torre de Dona Chama