sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Meios para a neve reforçados em Bragança para fazer face aos nevões



O distrito de Bragança vai ter este ano mais meios para responder aos nevões de Inverno. Só no concelho de Bragança houve um investimento de 100 mil euros.
São mais limpa-neves e espalhadores de sal nas estradas que este ano vão estar ao serviço das estradas no distrito de Bragança.
De acordo com Carlos Alves, o comandante distrital de Protecção Civil, alguns municípios não entregaram ainda os seus planos de emergência em nevões. Mas sublinha que nas vias principais, como no IP4, haverá um reforço dos pontos de sal.
Este ano há um reforço a nível de pontos de fornecimento de sal, que a Autoestradas XXI incrementou os seus meios. Vão distribuir também novos produtos, como o sal moura, quando antes usavam sal seco, que não é tão eficaz.
A Estradas de Portugal mantém dois limpa-neves, enquanto a concessionária do IP4, a Autoestradas XXI, tem três limpa-neves, um deles a operar nos distritos de Bragança e Vila Real.
Para além disso, o município de Bragança foi quem mais apostou em mais e melhores meios para fazer face aos nevões.
É uma das solicitações climatéricas mais duras aqui na nossa zona e os meios colocados à Protecção Civil não eram suficientes. Decidimos equipar vários veículos para responder de forma mais rápida, num concelho que é extenso e que tem mais de 600 kms de estradas para limpar e diversos arruamentos na cidade.
O presidente da câmara de Bragança, Jorge Nunes, sublinha que com mais meios, será possível poupar na mão-de-obra necessária para espalhar sal nas estradas.
Temos um espalhador de sal, um tractor e um camião equipado com limpa-neves, dois tractores com limpadores de sal e espalhadores de sal na via pública, para não desperdiçar sal.
O investimento no novo equipamento ronda os cem mil euros.
Mas também o plano de intervenção em situações de emergência já está definido.
A hierarquização de intervenção está definida. Na cidade a estrutura principal que dá acesso aos centros de saúde, hospital, às escolas. Na parte rural os pontos mais altos e as vias principais de acesso à cidade.
Ao todo, estarão ao serviço da protecção civil municipal três veículos com limpa neves e seis com espalhadores de sal, para além de duas motoniveladoreras, 12 viaturas de apoio, 23 motoristas e 17 pessoas de apoio. Em stock estão já 81500 quilos de sal.
Estes meios juntam-se ao limpa-neves adaptado dos bombeiros voluntários de Bragança.


Fonte: Rádio Brigantia

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Homem morre em acidente com tractor agrícola

Um homem de 52 anos morreu esta quinta-feira depois de ter tido um acidente com um tractor agrícola, na localidade de Cortiço, concelho de Montalegre,
afirmou fonte da GNR de Chaves.
O tractor agrícola terá capotado e o homem ficado debaixo da máquina, disse a mesma fonte á agência Lusa, acrescentando que este a sua mulher estavam a lavrar um terreno, com alguma inclinação, na hora do acidente.
Apesar da tentativa de reanimação, por parte dos Bombeiros Voluntários de Montalegre, a vítima terá sofrido morte imediata, avançou fonte da corporação.
O corpo do homem foi transportado para a morgue do Hospital de Chaves para ser submetido a autópsia.


Fonte: CM

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

MAI garante que crise não travará esforço de investimento na protecção civil


O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, afirmou hoje, em Coimbra, que a situação de crise do país não travará o esforço de investimento na protecção civil, que ascenderá a 200 milhões de euros até 2013.
Ao participar hoje na sessão inaugural da 6ª Conferência Internacional sobre Investigação em Incêndios Florestais, o ministro sublinhou que esse investimento será possível em conjugação com os apoios financeiros da União Europeia.
Este esforço não vai ser abandonado. Temos em desenvolvimento um projecto à custa de capitais comunitários e do esforço de associações portuguesas e autarquias, que é o QREN, que implica um investimento de 200 milhões de euros no sector, explicou.
Rui Pereira referiu que desse investimento, até 2013, cerca de 100 milhões de euros estão já comprometidos com quartéis de bombeiros, com equipamentos, com um esforço global orientado para a modernização do sector. Adiantou ainda que esse esforço de investimento irá ser alargado aos fundos regionais para a aquisição de carros de bombeiros.
O Ministro da Administração Interna recordou que desde 2006 tem-se assistido a uma revolução tranquila no domínio da protecção civil, através de uma reforma profunda que melhorou muito a capacidade de resposta. Como atributos dessa mudança citou, nomeadamente, uma boa planificação, o desenvolvimento de uma doutrina e a pré-ordenação de meios. A floresta portuguesa é um bem económico da maior importância, mas também um bem ambiental e comunitário da maior importância, sustentou, frisando que o esforço de investimento do Estado na floresta é da maior racionalidade.
Rui Pereira referiu que até 2005 eram despendidos com a defesa da floresta entre 60 e 70 milhões de euros por ano e, desde então, ficou estabilizado nos 100 milhões de euros por ano. Mesmo que encarássemos esse esforço numa perspectiva estritamente económica, esquecendo que a floresta é um bem ambiental e comunitário, esse esforço rende, o ganho é muito superior ao investimento, acentuou.
Na sua perspectiva é um esforço que tem de continuar pela importância do que está em causa. O direito à segurança faz-se da manutenção da ordem pública, da prevenção e repressão da criminalidade, mas também da protecção civil, realçou o ministro, manifestando-se convicto de que o sistema melhorou muito desde 2005, e que dentro de quatro ou cinco anos estará ainda melhor.
Domingos Xavier Viegas, docente da Universidade de Coimbra, e presidente da comissão organizadora da conferência, frisou que a abordagem destas temáticas é da maior importância num país com as características de Portugal.
Nesse sentido, defendeu como uma prioridade para Portugal o desenvolvimento de um programa estratégico de investigação científica em torno da problemática dos fogos florestais. A conferência, que hoje teve início em Coimbra, prolonga-se até quinta-feira e reúne cerca de 250 participantes oriundos de 38 países.



Fonte: Público

domingo, 14 de novembro de 2010

Chefe dos Sapadores do Porto morre atingido por derrocada após incêndio

foto Leonel de Castro/global imagens

Um chefe dos Sapadores do Porto morreu, ontem à noite, atingido pelo desabamento parcial de um prédio onde deflagrou um incêndio, na Rua dos Caldeireiros, no Centro Histórico do Porto. Outro bombeiro sofreu ferimentos ligeiros e teve de ser assistido.
O chefe Correia, de 52 anos, foi atingido por uma derrocada e não resistiu aos graves ferimentos que sofreu. Segundo fonte policial contou ao JN, a vítima terá morrido no pátio interior do prédio, sob escombros de um alpendre de um prédio contíguo, que ruiu. Apesar dos esforços das equipas médicas, o chefe dos Sapadores faleceu ainda no local.
Em declarações aos jornalistas, o chefe Mota dos Bombeiros Sapadores do Porto explicou que "dois bombeiros foram apanhados pela queda parcial da fachada, um deles morreu e o outro não chegou a sofrer ferimentos".
O chefe Mota adiantou que ainda foi tentada a reanimação do bombeiro, que estava há 28 anos na corporação, mas já não foi possível salvá-lo.
O fogo deflagrou num prédio devoluto e que, de acordo com moradores e do presidente da Junta de Freguesia da Vitória, António Oliveira, seria "ocupado clandestinamente" por toxicodependentes. O fogo obrigou a evacuar os edifícios contíguos, gerando o pânico entre a vizinhança.
Quando o incêndio deflagrou, ainda havia pessoas no interior do edifício, que foram retiradas com a ajuda de moradores daquela zona. Fonte dos Sapadores referiu que os bombeiros retiraram, pelo menos, um adulto e uma criança do interior do prédio.
"Eu ia a passar quando vi muito fumo. A primeira coisa em que pensei foi chamar a Polícia e entrar para tirar alguém que lá estivesse. Aquilo é um verdadeiro fogareiro", contou, ao JN, um morador.

Imóvel sem luz nem água

"Cerca das 22 horas fui alertado para o incêndio neste edifício, que está clandestinamente ocupado por toxicodependentes e por pessoas que traficam estupefacientes. O imóvel já não tem água nem luz, mas há sempre quem consiga fazer habilidades, como ligações directas, que podem acabar em situações destas", afirmou, indignado, António Oliveira. O autarca garante que a Junta já tinha alertado diversas vezes a proprietária para a situação de risco do prédio.
Ao JN, moradores reforçaram que chegaram a ser feitos abaixo--assinados na zona exigindo uma solução para o problema.
O fogo lançou a confusão entre a vizinhança. Os bombeiros enfrentaram grandes dificuldades para aceder ao local do incêndio com os veículos de maior porte, devido aos veículos estacionados num dos lados da Rua dos Caldeireiros, que estreitaram, ainda mais, aquela via da Zona Histórica do Porto. Nesse contexto, e apesar da chuva intensa que caía ontem à noite, as operações de combate às chamas prolongaram-se durante algum tempo.
No local, os moradores não escondiam a revolta perante uma situação para a qual vinham alertando há muito tempo. António Oliveira garantiu que a Junta de Freguesia da Vitória continuará a insistir para que o provlema seja resolvido.

Fonte: Jn


 

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Viatura dos bombeiros arde na A24

Uma viatura todo o terreno dos bombeiros voluntários de Salvação Pública de Chaves ardeu esta quinta-feira na A24, que liga Vila Real a Chaves, adiantou à Lusa o comandante da corporação, José Carlos Silva.
Segundo o comandante, na viatura seguiam três bombeiros que vinham de prestar um serviço em Vila Real e "no caminho de regresso a Chaves, na A24, a viatura incendiou-se".
Apercebendo-se da situação, os três homens "conseguiram sair a tempo da viatura e ilesos do incidente", referiu José Carlos Silva. Por isso, acrescentou, "não necessitaram de receber assistência médica porque não sofreram qualquer ferimento".
As causas do incidente ainda não são conhecidas, assim como os prejuízos causados na viatura. No local estiveram os bombeiros voluntários da Cruz Verde de Vila Real e, segundo o comandante da corporação, Miguel Fonseca, este incidente "não causou qualquer constrangimento no trânsito".

Fonte: CM

Dois acidentes de moto fazem dois mortos


Dois homens morreram, ontem à tarde, em acidentes de viação que envolveram motorizadas.
Em Vila Verde, cerca das 16.30 horas, na estrada que liga Lage a Vila Verde, um septuagenário que seguia num triciclo (motorizada com três rodas, adaptada para deficientes), despistou-se, saiu de estrada e embateu, frontalmente, num esteio que segura uma vinha. O homem, de 73 anos, natural e residente em Moure, Vila Verde, foi embater na faixa contrária àquela em que seguia.
O alerta foi dado para o quartel dos bombeiros de Vila Verde, por um particular que passava no local. Quando os bombeiros chegaram ao local, a vítima ainda apresentava sinais vitais. A VMER de Barcelos também foi deslocada para o local. Apesar das manobras de socorro prestadas, o septuagenário viria a falecer no local, sendo posteriormente transportado para a morgue do hospital de Braga.
Entretanto, em Amares, um indivíduo de 26 anos morreu, após despiste de moto, cerca das 15.40 horas, na rua Passos. Segundo os relatos, o jovem circulava numa mota de cross, com pneus próprios para andar em monte, o que terá estado na origem do acidente, pois a estrada estava molhada. O jovem terá perdido o controlo da moto e despistou-se, embatendo num poste de electricidade.
A viatura da Cruz Vermelha deslocou-se ao local e transportou a vítima, ainda com vida, ao hospital de Braga, onde acabou por falecer, devido aos diversos traumatismos sofridos.


Fonte: JN