quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Resultados CIN WoodTech Distrito Bragança


Foi com grande alegria que esta administração olhou para estes resultados. Agora vamos esperar para ver os "prémios" no nosso quartel..






539 mortos nas estradas entre Janeiro e Setembro

Registaram-se menos 14 mortes que em igual período de 2009, indicam dados hoje divulgados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).


Os acidentes nas estradas portuguesas provocaram 539 mortos desde o início do ano, menos 14 que em igual período de 2009, indicam dados hoje divulgados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).
Segundo a ANSR, que reúne números da PSP e da GNR, 539 pessoas morreram em acidentes rodoviários entre 01 de Janeiro e 30 de Setembro, enquanto no mesmo período do ano passado registaram-se 553 vítimas mortais.
Segundo a ANSR, foi no distrito do Porto e Lisboa que os acidentes provocaram mais mortos (70), seguindo-se Aveiro (56).
Já os distritos com menos vítimas mortais nas estradas foram Vila Real, que registou 10 mortos, e Bragança, com 11 nove mortos.
Por sua vez, os feridos graves aumentaram ligeiramente nos primeiros nove meses deste ano. De acordo com a ANSR, 1969 pessoas ficaram gravemente feridas entre 01 Janeiro e 30 de Setembro, enquanto no mesmo período do ano passado sofreram ferimentos graves 1923 pessoas.
Os dados da ANSR mostram também que os feridos ligeiros diminuíram, registando uma descida de 3,2 por cento ao passarem dos 31 980 no ano passado para 30 948 este ano.
Estes números dizem respeito às mortes no local do acidente ou durante o percurso para o hospital. As pessoas envolvidas em acidentes que morrerem nos hospitais nos 30 dias seguintes também passaram a fazer parte das estatísticas da sinistralidade rodoviária desde 01 de Janeiro, sendo divulgados pela ANSR ao fim de seis meses.
Os números conhecidos da contabilização a 30 dias são de Janeiro e Fevereiro e dão conta de um aumento de 30 por cento relativamente à fórmula de contagem anterior.
Os dados não incluem as regiões autónomas dos Açores e da Madeira.


Fonte:DN
Foto:Bvtdc

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Quase 126 mil hectares de área ardida este ano

A área ardida em Portugal, entre Janeiro e 30 de Setembro deste ano, ascende a 125852 hectares, indica o último relatório provisório de incêndios florestais divulgado hoje, segunda-feira, pela Autoridade Florestal Nacional.
A base de dados nacional de incêndios florestais registou, naquele período, um total de 20927 ocorrências de fogo (3638 incêndios florestais e 17 289 fogachos), que resultaram na área ardida de 125 852 hectares, sendo 43 608 hectares de povoamentos florestais e 82 244 hectares de matos (65%).
"O total de área ardida é cerca de 87% da média dos 10 anos anteriores (menos 18 577 hectares). A área ardida, até Setembro de 2010, é inferior, quando comparada com a área de 2000, 2003 e 2005", refere a Autoridade Florestal Nacional (AFN), organismo do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas.
Durante Fase Charlie (1 de Julho a 30 de Setembro) foram registadas 17 499 ocorrências de fogo (83% do total), de que resultaram 122 336 hectares de área ardida, ou seja, 97% do total contabilizado até 30 de Setembro, adianta a AFN.
Os grandes incêndios (com área ardida superior a 100 hectares) registados na Fase Charlie explicam 80% da área ardida. Durante o mês de Agosto registaram-se 9150 ocorrências de fogo, que resultaram em 97140 hectares de área ardida.
"As condições meteorológicas adversas registadas durante o Verão (segundo o Instituto de Meteorologia, o Verão de 2010 foi o segundo mais quente desde 1931) foram determinantes para a dimensão da área ardida. Após um mês de Julho muito quente e seco seguiu-se um mês de Agosto igualmente muito quente e seco, tendo ocorrido durante este período três ondas de calor, duas em Julho e uma no início de Agosto", refere ainda a AFN.


Fonte: JN

domingo, 3 de outubro de 2010

Condutor foi retirado com vida de camião que caiu de um viaduto na A23



O condutor do veículo pesado que caiu hoje, domingo, de um viaduto na auto-estrada A23, perto do Fundão, sobreviveu ao acidente e foi transportado para o Hospital da Covilhã com ferimentos ligeiros.
O acidente ocorreu pelas 16:30, tendo os trabalhos de desencarceramento terminado às 18:45. Em declarações à agência Lusa, o comandante distrital de operações de socorro, Rui Esteves, disse que o condutor "esteve sempre consciente" durante as duas horas que durou o resgate.
De acordo com a Scutvias, empresa concessionária da A 23, o veículo deslocava-se para Sul e caiu ao quilómetro 151, entre os nós de Fundão e Castelo Novo, depois dos túneis da Gardunha, pelas 16.30 horas, sobre zona arborizada próxima da Estrada Nacional 18.
"O veículo pesado transportava tintas para a indústria têxtil", referiu fonte do Comando Nacional da GNR.
O Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Castelo Branco confirmou à Lusa a ocorrência, referindo que há o condutor do veículo pesado, fico encarcerado durante algumas horas, sempr consciente Os Bombeiros Voluntários do Fundão procederam aos trabalhos de desencarceramento. O motorista foi transportado ao Hospital da Covilhã, onde ficou internado com politraumatismos ligeiros.
Fonte da GNR disse ao JN que o acidente não obrigou ao corte de qualquer via,razão pela qual o trânsito fluiu normalmente.

foto ANTóNIO JOSé/LUSA
Fonte:JN

sexta-feira, 1 de outubro de 2010



A partir do dia um de Outubro de 2010, o curso de Tripulante de Ambulância de Transporte tem novas 
regras imposta pelo INEM.
Para ser TAT passa a ser obrigatório o 9 ano, o que antevê um problema grave para muitos bombeiros profissionais, sem 9º ano não podem ser TAT, nem fazer a reciclagens, o que originara muitos despedimentos por justa causa por perda de competências nos bombeiros.
O curso de Técnicas de Socorrismo com 50 horas de formação, dado aos estagiários, quem tiver 50% na nota final, passa no curso TS, mas para que esse curso seja reconhecido como TAT pelo INEM, os estagiários tem que ter mais de 75% na nota final.
Isso quer dizer que o TAT deixou de ser obrigatório para quem quer ser bombeiro, mas esses elemento não podem fazer serviço pré-hospitalar nem um simples serviço de consulta, e para ir a SD, basta ter uma nota final de 50% no TS.
Os TAT para poderem fazer a reciclagem de TAT de 14 horas, tem que fazer a reciclagem no primeiros seis meses depois de o curso ter caducado, acima dos seis meses o bombeiro têm que fazer o curso de TAT de 35 horas.
Também passou a fazer parte do conteúdo programático do curso de TAT o RCP pediátrico, extracção imediata e imobilização em plano com a vítima na vertical.
Os corpos de bombeiros serão informados atempadamente dessas alterações pela ENB.

Fonte: Bombeirosprasempre.blogspot.com

Acidentes rodoviários são causa maior de morte de bombeiros

A morte de bombeiros em serviço deve-se em 80% dos casos a acidentes de viação, referiu na quarta-feira passada, um orador do Congresso Nacional de Emergência Médica.
Para Nuno Amaral, que foi bombeiro e formador na área, esta realidade mostra ser mais urgente a prevenção rodoviária de emergência do que actuar em outros riscos inerentes à actividade de acudir a sinistros.
O chefe de uma corporação que pediria a palavra no final da intervenção de Nuno Amaral, foi aplaudido pela sala quando frisou não haver regulamentação para a marcha de emergência, ou seja, a circulação e velocidade de veículos prioritários como as ambulâncias.
Esta lacuna e o voluntarismo de acudir aos outros contribuem para o número elevado de acidentados entre bombeiros, mas, como acentuou Nuno Amaral, falta também a sensibilização para este risco.
O presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária que antes falara sobre o plano para redução da sinistralidade disse preferir que esta questão fosse resolvida pelas próprias entidades que gerem os meios de emergência, em vez de estar contemplada numa revisão do plano.
A prática de bombeiro leva Nuno Amaral a aconselhar fardas com material inovador, repelente de fluídos como o sangue para os tripulantes de viaturas de emergência. Os bombeiros, disse, também deveriam ter outro tipo de equipamentos (uma camisola de algodão ensopa com o esforço físico e o calor). Há centros universitários nacionais capazes de desenvolver tecidos adequados, lembrou o mesmo orador.


 


Fonte:JN